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Centro Cultural e Recreativo “os viriatos” |
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Os Lusíadas - Canto VIII 6 |






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O Parque Natural da Serra da Estrela, que se estende por uma área de 101,060 HA possui determinadas características físicas (essencialmente rochas graníticas e largas manchas de xisto), e uma considerável variação do gradiente altitudinal - 300 a 1993 m - que condicionam uma zona bem marcada da vegetação. Estas particularidades proporcionam uma diversidade de habitats, que por sua vez favorecem o aparecimento de uma grande variedade de cogumelos.
CÓDIGO DE BOAS PRÁTICAS DE COLHEITA Sabendo que a colheita de cogumelos silvestres nem sempre é efectuada de forma correcta, é fundamental a implementação de um "Código de Conduta" para esta actividade, por forma a salvaguardar e conservar as florestas associadas a estes recursos micológicos. 1. contactar sempre o proprietário ou administrador do terreno para obter a sua autorização, explicando o objectivo da visita. 2. não apanhar cogumelos jovens, que ainda não complementaram o desenvolvimento, por forma a garantir um período para a dispersão dos esporos. 3. recolher apenas cogumelos em bom estado. O consumo de exemplares muito maduros ou deteriorados por larvas ou por outros fungos é perigoso. 4. colher os cogumelos tendo cuidado para não causar estragos no micélio e no sistema radicular das árvores (não remover a camada superficial do solo). 5. não destruir cogumelos de qualquer espécie, pois todos cumprem uma função ecológica importante. 6. deixar alguns cogumelos no terreno para permitir a dispersão de esporos e favorecer a reprodução dos fungos. 7. não colher cogumelos para comer que suscitem quaisquer dúvidas na sua identificação. Existem muitas espécies similares, susceptíveis de confusão, algumas das quais tóxicas ou mesmo mortais. 8. transportar os cogumelos em cestas de vime, palha ou outros recipientes que, pela sua estrutura possibilitem a dispersão dos esporos e ao mesmo tempo o arejamento do material transportado. Não utilizar recipientes estanques como sacos ou contentores de plástico que provocam a deterioração mais rápida dos fungos. 9. não colher cogumelos na proximidade de zonas industriais (poluentes), bermas de estradas e terrenos com agricultura intensiva, na medida em que os fungos têm a capacidade de acumular metais pesados e outros produtos tóxicos.
IN folheto edição ICN/PNSE, Dezembro 2003 |
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Sugestão:
Trilho de Viriato (7km) - máximo de 3 h - de automóvel e com parte de percurso pedonal num clima saudável e puro:
Em pleno coração da serra da estrela pela estrada EN 339 antes de chegar ás Penhas da Saúde depara-se com o Lago Viriato, uma represa cujas águas abastecem a cidade da Covilhã, e a caminho da Torre, depois de passar o cruzamento para Manteigas, em baixo á direita a Nave de Santo António, uma espécie de planície arenosa remota lagoa glaciar, continuando pela estrada acima encontra na curva imediatamente a seguir, á esquerda, a Barragem do Covão de Ferro, construída em 1940 pelo padre Alfredo para produção hidroeléctrica, ali, a pé, parte o caminho íngreme que sobe a encosta até á nascente do Terroeiro, vá para o lado de Unhais. Pare, escute e procure á sua volta piornos, urzes, zimbros, cervunais, pedras que rolam da vertentes onde se ouve o canto da água a correr, lagartixas-da-montanha e lagartos-de-agua em fuga, sapos, rãs, relas, cobras austríacas, salamandras, tritões-de-ventre-laranja e inúmeras aves. Continue em lacetes até encontrar uma passagem estreita entre as fragas que se destacam. Deleite-se com a plenitude da paisagem, sinta-se pequeno, siga para norte a chegar á Torre a 2000 metros. RTSE |
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Morada:
Largo Laje do Concelho nº1 6270-372 Arrifana — Seia
Todos os direitos reservados |
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Fundado em 28/07/1972 |
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Encontra-nos em: http://www.facebook.com viriatos_seia@sapo.pt |
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VIRIATO
O teu nome ´inda ressoa Nas quebradas destes montes E vem nas asas do vento E no murmúrio das fontes.
Viriato ! Viriato! È pesado o teu dormir. Há lobos no povoado, Acorda, vem acudir!
Ò grande chefe guerreiro! Velho pastor dos Hermínios Não deixes avassalar Qualquer dos nossos domínios.
Solta o teu grito de guerra A ordem de tudo unir! Há lobos no povoado, Acorda, vem acudir!
Hino dos Viriatos retirado do livro Cântico da montanha de João Isabel, Guarda, 1977
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